Há alguns anos, seria estranho perguntar quem estava disputando nossa atenção enquanto escovávamos os dentes.
Hoje, basta observar os primeiros minutos de uma manhã comum.
Antes mesmo de nos levantarmos, uma tela pode nos apresentar mensagens, notícias, vídeos, opiniões, anúncios, acontecimentos ocorridos do outro lado do planeta e assuntos sobre os quais, poucos segundos antes, sequer estávamos pensando.
Não precisamos procurar tudo isso.
Às vezes, basta olhar.
E talvez exista aí uma pergunta maior do que parece:
quando tantas coisas aprenderam a conquistar nossa atenção, ainda percebemos aquilo a que estamos entregando nossa permanência?
Seria fácil transformar essa pergunta numa acusação contra a tecnologia.
Também seria pouco útil.
Um telefone pode aproximar pessoas separadas por milhares de quilômetros. Pode permitir que alguém trabalhe, estude, encontre orientação, leia um livro, converse com a família ou tenha acesso em segundos a conhecimentos que outras gerações levariam muito mais tempo para localizar.
O problema não está simplesmente na existência das ferramentas.
Talvez esteja no fato de termos aprendido rapidamente a perguntar o que podemos fazer com elas, sem perguntar com a mesma frequência o que nossos modos de utilizá-las podem estar fazendo conosco.
Porque atenção não é apenas tempo.
É direção.
E aquilo para o qual repetidamente dirigimos nossa atenção pode participar da formação de nossos hábitos, prioridades e desejos.
Em outras palavras:
talvez a pergunta não seja apenas quanto tempo estamos entregando às telas, mas que tipo de pessoa esse tempo está ajudando a formar.
Não conseguimos prestar atenção a tudo
A atenção humana é seletiva.
Isso não é uma falha que apareceu com o smartphone. É uma condição necessária para que consigamos lidar com um ambiente muito mais rico em estímulos do que aquilo que podemos processar conscientemente de uma só vez.
Enquanto você lê estas palavras, há sons ao seu redor.
Existe a sensação do seu corpo apoiado onde você está.
Há objetos dentro do seu campo de visão.
Talvez você só tenha percebido alguns deles depois que foram mencionados.
Eles já estavam ali.
Mas não ocupavam o centro da sua atenção.
Precisamos selecionar.
A questão contemporânea começa a ficar interessante quando percebemos que parte do ambiente no qual fazemos essa seleção não é simplesmente encontrada.
É construída.
Notificações, recomendações, manchetes, vídeos curtos, mensagens, anúncios e conteúdos sugeridos competem continuamente pela possibilidade de se tornarem a próxima coisa para a qual olharemos.
Isso não significa que exista necessariamente alguém planejando, individualmente, cada uma das nossas distrações.
Nem precisamos recorrer a uma teoria conspiratória para reconhecer algo muito mais simples: em muitos serviços digitais, conseguir e conservar atenção possui valor econômico.
Quanto mais tempo permanecemos em determinados ambientes, mais oportunidades existem para apresentar conteúdos, recomendações, serviços ou publicidade.
E muitos sistemas digitais conseguem responder aos sinais produzidos pelo nosso próprio comportamento: aquilo em que clicamos, o que assistimos, quanto tempo permanecemos, o que ignoramos e aquilo para o qual voltamos.
Surge então uma inversão curiosa.
Enquanto as ferramentas se tornam cada vez melhores em registrar aquilo que consegue manter nosso olhar, talvez nós precisemos nos tornar melhores em perguntar:
por que continuo olhando?
Nem tudo o que conquista nossa atenção merece recebê-la
Gostamos de imaginar a atenção como uma decisão perfeitamente consciente.
“Eu presto atenção naquilo que escolho.”
Mas a experiência cotidiana já sugere que a história é mais complicada.
Um ruído repentino interrompe uma conversa.
Nosso nome pronunciado do outro lado de uma sala pode nos fazer virar a cabeça.
Uma imagem inesperada captura o olhar.
Uma notificação acende a tela e, antes mesmo de decidirmos se aquilo importa, já sabemos que alguma coisa aconteceu.
A pesquisa em psicologia da atenção acrescenta outra peça a esse quadro.
Brian A. Anderson, pesquisador da área de atenção e aprendizagem por recompensa, revisou evidências de que estímulos anteriormente associados a recompensas podem adquirir prioridade atencional. Em determinadas condições experimentais, esses estímulos conseguem capturar a atenção mesmo quando já não são relevantes para a tarefa que a pessoa pretende realizar.
Isso não significa que cada notificação seja uma espécie de mecanismo irresistível de controle.
Muito menos que tenhamos perdido a capacidade de escolher.
Significa algo mais cuidadoso: nossa atenção não responde exclusivamente às intenções conscientes que declaramos possuir.
Aprendizagem, experiência anterior, características do estímulo e expectativas de recompensa também podem participar daquilo que ganha prioridade.
Essa diferença é importante.
Porque existe uma distância entre duas afirmações:
“Não temos controle sobre nossa atenção.”
e
“Nosso controle sobre a atenção não é absoluto.”
A primeira seria fatalista.
A segunda nos convida ao discernimento.
Repetição também nos ensina
Há comportamentos que decidimos realizar.
E há outros que repetimos tantas vezes que começamos a realizá-los quase sem perceber a decisão.
Pegamos o celular enquanto esperamos.
Depois durante uma pausa.
Depois quando uma conversa perde intensidade por alguns segundos.
Depois antes de dormir.
Depois ao acordar.
Nenhum desses momentos isolados parece particularmente importante.
Mas hábitos raramente precisam anunciar que estão sendo formados.
A psicóloga Wendy Wood, pesquisadora da University of Southern California que estuda hábitos e comportamento, e Dennis Rünger examinaram décadas de pesquisa sobre o tema em uma revisão publicada no Annual Review of Psychology. O trabalho descreve como a repetição de determinadas respostas em contextos recorrentes pode favorecer a formação de hábitos, tornando certas respostas mais eficientes e menos dependentes de deliberação a cada ocorrência.
Isso não quer dizer que repetição transforme inevitavelmente qualquer comportamento em destino.
Também não significa que hábito seja sinônimo de algo ruim.
Escovar os dentes pode ser habitual.
Exercitar-se pode tornar-se habitual.
Reservar um horário para leitura também.
O mecanismo que facilita comportamentos pouco desejáveis pode igualmente servir a práticas que consideramos valiosas.
É justamente por isso que a pergunta relevante não é apenas:
“Tenho hábitos?”
Todos temos.
A pergunta é:
“Que hábitos estou tornando mais fáceis de repetir?”
E quando transportamos essa pergunta para a atenção, algumas situações cotidianas começam a ganhar outro significado.
Se todo instante de espera termina com a abertura automática de uma tela, estamos apenas eliminando o tédio?
Ou estamos também treinando uma resposta para toda experiência de vazio?
Se toda dúvida recebe imediatamente uma busca, uma opinião ou um vídeo, estamos apenas ganhando velocidade?
Ou podemos estar perdendo algumas oportunidades de permanecer tempo suficiente diante de uma pergunta?
Não precisamos transformar essas possibilidades em diagnósticos universais.
Mas elas merecem investigação.
Porque aquilo que repetimos pode começar a parecer simplesmente natural.
Tecnologia não é destino
Neste ponto seria tentador concluir:
“Está provado. Smartphones prejudicam nossa mente.”
Não.
A evidência não nos autoriza a fazer uma afirmação tão simples.
Uma revisão publicada em Frontiers in Psychology por pesquisadores do Departamento de Psicologia da Temple University examinou estudos sobre hábitos relacionados a smartphones e diferentes aspectos da cognição, incluindo atenção, memória e gratificação. Os próprios autores ressaltaram que, embora existissem associações dignas de investigação, a literatura disponível apresentava limitações e, em várias áreas, ainda não permitia conclusões firmes sobre causalidade.
Esse cuidado importa.
Não queremos substituir deslumbramento tecnológico por pânico tecnológico.
Nem todo uso de uma tela é igual.
Ler durante quarenta minutos e atravessar dezenas de vídeos em quarenta minutos são experiências diferentes.
Conversar com alguém que amamos não é a mesma coisa que responder compulsivamente a uma discussão.
Estudar, trabalhar, criar, descansar e simplesmente deslizar uma tela podem acontecer no mesmo dispositivo.
Por isso, medir apenas “tempo de tela” pode esconder diferenças importantes.
A pergunta do Cer Pontes precisa ir além:
o que fazemos com nossa atenção — e o que essa repetição está cultivando em nós?
A questão não começou com o smartphone
Também seria historicamente ingênuo imaginar que a disputa pela atenção nasceu quando inventamos as redes sociais.
Seres humanos procuram influenciar outros seres humanos há milênios.
Governos fizeram isso.
Mercados fizeram isso.
Movimentos políticos fizeram isso.
Religiões fizeram isso.
Artistas fizeram isso.
Oradores fizeram isso.
Famílias fazem isso.
Amigos fazem isso.
Nós influenciamos e somos influenciados constantemente.
A tecnologia digital não inventou nossa capacidade de sermos persuadidos, distraídos ou atraídos.
Mas alterou o ambiente no qual essas disputas acontecem.
A escala pode ser enorme.
A velocidade pode ser extraordinária.
A disponibilidade pode acompanhar alguém desde os primeiros minutos da manhã até o instante anterior ao sono.
E determinados sistemas podem adaptar aquilo que apresentam a partir de sinais produzidos pelo próprio usuário.
Isso não transforma tecnologia em destino.
Mas torna o discernimento ainda mais necessário.
E é aqui que a perspectiva cristã muda a profundidade da pergunta.
O cristianismo não trata formação como algo indiferente
A Bíblia não foi escrita para explicar smartphones.
Também não devemos procurar nela uma teoria escondida sobre algoritmos, notificações ou neurociência.
Fazer isso seria pedir ao texto bíblico que respondesse a perguntas científicas que não são as perguntas que ele pretende responder.
Mas as Escrituras têm muito a dizer sobre formação humana.
Sobre aquilo que amamos.
Aquilo que valorizamos.
Aquilo que ocupa nossos pensamentos.
Os padrões aos quais nos conformamos.
E a direção para a qual orientamos a vida.
Quando Paulo escreve aos cristãos de Roma para que não se conformem simplesmente aos padrões ao redor deles, mas sejam transformados pela renovação da mente, sua preocupação não é ensinar uma técnica de concentração.
É discernimento.
A transformação descrita em Romanos 12:1–2 envolve uma maneira renovada de perceber e avaliar como viver diante de Deus.
Em Filipenses 4:8, Paulo orienta seus leitores a considerar aquilo que é verdadeiro, respeitável, justo, puro, amável e digno de louvor.
Novamente, não encontramos um manual de produtividade.
Encontramos uma preocupação espiritual com aquilo sobre o que a mente se detém.
E Jesus, no Sermão do Monte, aproxima valor e interioridade de maneira ainda mais incisiva:
“Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração.”
Atenção, mente, coração e tesouro não são palavras intercambiáveis.
Não precisamos fingir que significam a mesma coisa.
Mas também seria difícil imaginar que aquilo que consideramos valioso não tenha nenhuma relação com aquilo a que continuamente damos atenção.
Talvez a questão cristã, portanto, seja maior que:
“Quanto tempo de tela é aceitável?”
Podemos perguntar:
O que estou permitindo que participe da formação da minha mente, dos meus desejos e daquilo que considero importante?
Existe uma diferença entre influência e entrega
Nenhum de nós consegue viver sem ser influenciado.
Somos formados por famílias.
Comunidades.
Livros.
Professores.
Conversas.
Experiências.
Tradições.
Cultura.
Memórias.
Fracassos.
Pessoas que amamos.
Até aquilo contra o qual nos rebelamos pode participar de nossa formação.
Liberdade, portanto, não pode significar ausência completa de influência.
Talvez uma forma mais madura de liberdade seja a capacidade de examinar influências em vez de simplesmente obedecê-las.
Há uma diferença entre algo chamar nossa atenção e nós decidirmos permanecer ali.
Há diferença entre receber uma informação e conceder-lhe autoridade.
Há diferença entre encontrar uma opinião e permitir que ela determine nosso julgamento.
Há diferença entre ser influenciado e entregar sem exame a direção da própria atenção.
É nessa distância que o discernimento pode começar.
Discernimento começa antes da resposta
Frequentemente pensamos em discernimento como aquilo que fazemos depois de encontrar uma ideia.
É verdadeira?
É falsa?
A fonte é confiável?
Há evidências?
Essas perguntas são essenciais — e pertencem diretamente à discussão que fizemos sobre informação e compreensão.
Mas existe uma pergunta anterior:
isso merece minha atenção?
Nem toda controvérsia exige nossa participação.
Nem toda notícia precisa ser conhecida no instante em que acontece.
Nem toda provocação merece resposta.
Nem toda tendência precisa ser acompanhada.
Nem toda notificação precisa interromper uma conversa.
Nem todo momento vazio precisa ser preenchido.
Essa última possibilidade talvez seja especialmente desconfortável.
O silêncio não oferece uma novidade a cada quinze segundos.
Uma conversa profunda nem sempre é eficiente.
Um livro difícil pode exigir que permaneçamos diante da mesma ideia durante vários minutos.
A oração pode atravessar períodos nos quais não sentimos nenhuma recompensa imediata.
Escutar verdadeiramente outra pessoa exige permanecer quando seria mais fácil preparar nossa própria resposta.
Há coisas importantes que não aprenderam a competir pela nossa atenção.
Talvez por isso precisemos aprender novamente a oferecê-la.
Atenção não serve apenas para produzir mais
Grande parte das conversas contemporâneas sobre atenção gira em torno da produtividade.
Como trabalhar sem interrupções.
Como estudar melhor.
Como terminar mais tarefas.
Como manter o foco.
São perguntas legítimas.
Mas, para uma visão cristã da pessoa humana, atenção não pode valer apenas porque nos torna mais eficientes.
Prestamos atenção às pessoas que amamos.
Prestamos atenção quando alguém sofre.
Prestamos atenção para compreender antes de responder.
Prestamos atenção às Escrituras.
Prestamos atenção quando oramos.
Prestamos atenção à beleza.
Prestamos atenção ao silêncio.
Prestamos atenção quando reconhecemos que a pessoa diante de nós não é uma interrupção em nossa agenda.
Talvez aquilo que esteja em risco numa cultura de atenção fragmentada seja maior do que produtividade.
Pode envolver presença.
Escuta.
Paciência.
Contemplação.
Comunhão.
E algumas dessas perdas podem ser difíceis de perceber porque raramente acontecem de uma vez.
Não acordamos numa manhã e decidimos que somos incapazes de esperar.
Vamos deixando de esperar.
Não decretamos que todo silêncio é insuportável.
Vamos preenchendo cada silêncio.
Não escolhemos conscientemente parar de escutar.
Podemos apenas adquirir o hábito de preparar a resposta enquanto o outro ainda está falando.
A formação costuma parecer pequena enquanto acontece.
Até que uma maneira de viver começa a parecer normal.
Recuperar a atenção não exige fugir do mundo
Talvez alguém chegue até aqui esperando uma lista:
Desinstale cinco aplicativos.
Desligue sete notificações.
Passe trinta minutos longe do celular.
Não seria necessariamente um conselho ruim.
Mas seria pequeno demais para a pergunta que estamos fazendo.
Uma pessoa pode apagar todas as redes sociais e continuar profundamente incapaz de prestar atenção ao próximo.
Pode abandonar o smartphone e permanecer dominada por ansiedade, vaidade, ressentimento ou desejo de aprovação.
O problema da formação humana é maior do que um dispositivo.
Por isso, uma resposta cristã não pode ser simplesmente tecnológica.
Precisa ser espiritual, moral e prática.
Talvez comece com perguntas honestas:
O que recebe meus primeiros momentos do dia?
Para onde corro quando surge um instante de tédio?
Que tipo de conteúdo altera repetidamente meu humor?
O que consegue me manter durante muito tempo, mas raramente deixa algo que considero valioso depois?
Que atividades importantes se tornaram difíceis porque exigem permanência?
Quando alguém conversa comigo, estou realmente presente?
Existe espaço em minha vida no qual nenhuma tela precise preencher o silêncio?
E, acima de todas elas:
aquilo que recebe tanto da minha atenção merece participar da pessoa que estou me tornando?
Não existe uma resposta idêntica para todos.
Mas existe responsabilidade.
Não controlamos tudo aquilo que tenta conquistar nosso olhar.
Podemos aprender a examinar aquilo a que concedemos nossa permanência.
Aquilo para o qual olhamos não é indiferente
Nossa atenção é desejada.
Empresas competem por ela.
Anunciantes pagam para alcançá-la.
Criadores procuram conquistá-la.
Notícias tentam retê-la.
Entretenimento a solicita.
Ideias disputam sua direção.
E nós mesmos procuramos a atenção uns dos outros.
Nada disso torna o mundo necessariamente hostil.
Mas significa que atenção é preciosa demais para ser tratada como se fosse apenas o intervalo entre duas notificações.
Nossa vida acontece, em grande medida, onde conseguimos estar presentes.
É ali que escutamos.
Aprendemos.
Amamos.
Interpretamos.
Escolhemos.
Oramos.
Servimos.
E somos formados.
Por isso, talvez a pergunta não seja apenas quanto tempo estamos entregando às telas.
Talvez precisemos perguntar que tipo de pessoa esse tempo está ajudando a formar.
A fé cristã não nos convida a viver aterrorizados diante de toda influência.
Convida-nos ao discernimento.
A examinar os padrões aos quais estamos nos conformando.
A renovar a mente.
A reconhecer nossos tesouros.
A observar nossos desejos.
E a escolher, novamente, aquilo que merece nossa atenção.
Porque nem tudo o que consegue capturar nossos olhos merece formar nosso coração.
Para continuar a reflexão
Atenção e aprendizagem por recompensa — Brian A. Anderson, pesquisador na área de atenção e aprendizagem, The Attention Habit: How Reward Learning Shapes Attentional Selection (2016), publicado em Annals of the New York Academy of Sciences. A revisão examina evidências sobre como associações anteriores com recompensa podem conferir prioridade atencional a determinados estímulos.
Hábitos e automaticidade — Wendy Wood e Dennis Rünger, pesquisadores vinculados ao Departamento de Psicologia da University of Southern California quando publicaram Psychology of Habit (2016), no Annual Review of Psychology. A revisão examina a formação de hábitos, sua relação com contextos recorrentes e sua interação com ações deliberadas.
Smartphones e cognição — Henry H. Wilmer, Lauren E. Sherman e Jason M. Chein, pesquisadores do Departamento de Psicologia da Temple University quando publicaram Smartphones and Cognition: A Review of Research Exploring the Links between Mobile Technology Habits and Cognitive Functioning (2017), em Frontiers in Psychology. O trabalho revisa pesquisas sobre tecnologia móvel, atenção, memória e outros aspectos cognitivos e também explicita limitações da literatura disponível.
Textos bíblicos considerados nesta reflexão: Romanos 12:1–2; Filipenses 4:8; Mateus 6:19–21.